Instituto · Área de prática

LATAM — espanhol e português.

A maior web linguística desatendida do mundo. Milhares de domínios premium em espanhol e português em um inventário categorizado. Iniciativa Stanford LATAM e piloto IPAE Roma Norte ativos.

Estado: operating (espanhol) + forming, publicamente visível (português)

A web hispanofalante é a segunda maior do mundo por número de falantes, mas apenas uma fração da web inglesa em profundidade de conteúdo. O português ocupa uma posição similar — mais de 270 milhões de falantes, o Brasil entre as maiores populações de internet do planeta, e uma web lusófona eclipsada pelo que sua escala deveria estar produzindo.

A Pillar tem milhares de domínios premium em espanhol e português em um inventário categorizado. Espanhol e português estão totalmente lançados na v1 do rebuild — a biblioteca em /pt/portfolio mostra inventário nos dois idiomas em todas as 32 categorias e /pt/ é a versão portuguesa de pillarme.com já no ar. O inventário pan-lusófono continua a expandir-se via aquisições com parceiros e o Processo de Descoberta.

Parcerias ativas: Iniciativa Stanford LATAM (programa piloto, nomeado com permissão) e piloto IPAE Roma Norte (ativo, nomeado com permissão).

Disciplina pan-hispânica e pan-lusófona: o espanhol mexicano não é o espanhol argentino não é o espanhol espanhol não é o espanhol hispânico dos EUA. O português brasileiro não é o português europeu. A estratégia de conteúdo da Pillar é pan-hispânica/pan-lusófona com exemplos regionais, ou adequadamente localizada — nunca o pior dos dois mundos.

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Perguntas frequentes.

Por que LATAM é a prática mais profunda da Pillar?

Duas razões. Primeiro, o inventário: o inventário em espanhol é, por ampla margem, a posição linguística mais profunda do portfólio. Segundo, as parcerias: Stanford LATAM e IPAE Roma Norte estão ativas e produzindo coortes reais.

Por que o português agora é um idioma de lançamento?

A posição em português agora sustenta uma versão ao vivo de /pt/ de pillarme.com — visite /pt/ para ver a propriedade já lançada. O inventário pan-lusófono continua a expandir-se via aquisições com parceiros e o Processo de Descoberta.

Quais compradores institucionais brasileiros vocês contemplam?

Fundações brasileiras (Lemann, Itaú Cultural, Bradesco, Roberto Marinho), RSC corporativo (Vale, Petrobras, Ambev), family offices (BTG Pactual, XP Inc), órgãos governamentais (BNDES, Ministério da Educação, MCTI), e parceiros multilaterais com programas Brasil (BID, Banco Mundial Brasil, UNESCO Brasil).